terça-feira, 7 de agosto de 2007

BONS VENTOS - Suzuki & Harley


Há algum tempo escrevi um texto - SOU BAIXINHA SIM E DAÍ? - onde eu reclamava que a indústria de motocicletas é voltada apenas para os homens.

Hoje tenho duas boas notícias, principalmente para a ala feminina:


1. A primeira é a volta da Suzuki 500. Mais leve que as 600c e bem mais barata também;


Revista Duas Rodas:

O RETORNO DAS 500
(desconheço a autoria do texto)
Com visual atual e 3 cv a mais, a Suzuki GS 500 volta ao Brasil para reinar sozinha nesta categoria. E com preço atraente: R$ 21.000



Quando a J.Toledo retirou a Suzuki GS 500 de linha, em 2005, deixou os brasileiros órfãos na categoria 500 cc. Ainda mais que, pouco antes, a Honda anunciara a descontinuidade da CB 500 para apresentar a Hornet 600. Dessa forma, por cerca de dois anos não existiam motos naked de 500 cc no Brasil. Ou se apelava para as Custom (caso da Yamaha Dragstar) ou para as on/off-road, como a Honda Falcon 400. Quem saia da categoria 250 tinha de injetar uma montanha de dinheiro para chegar nas 600. Além disso, as 500 usadas ficaram supervalorizadas, com uma Honda CB 500, 2003, chegando a ser cotada a R$ 19.000!


2. A segunda é sobre a indústria motociclística reconhecer que podemos ser minoria, mas mulheres motociclistas existem, o número vem crescendo e por isso a Harley Davidson deve lançar uma moto mais feminina. Só espero que não seja "rosa penélope charmosa" (eca!).

Pelo que li no artigo Belas da motocicleta de Gisela Sekeff, um levantamento feito pela empresa que fabrica a moto revelou que a proporção de mulheres que têm uma Harley quadruplicou entre 1987 e 2000. E lá se vão 7 anos deste levantamento. Como estará esta estatística hoje?

A partir da esq.: Maria Thereza, Bianca, Denise, Cristina e Gabriela

Jornal do Brasil - matéria saiu em 09/09/01

Belas da motocicleta
Gisela Sekeff
Mulheres pilotam Harley Davidson com graça e cheias de vaidade



Quando se fala em moto Harley Davidson a primeira imagem que vem à cabeça é de motoqueiros vestidos com roupas de couro, cabelo seboso sobre os ombros, bandana na cabeça e o corpo coberto por tatuagens, piercings e anéis em formato de caveira. E, é claro, uma disposição enorme para arranjar confusão. O sexteto formado pelas cariocas Maria Thereza, Cristina, Gabriela, Bianca, Denise e Ana Sofia, entretanto, é o oposto da fama cultivada durante décadas tanto por famosos em celulóide (quem não lembra de Dennis Hopper e Peter Fonda em Sem Destino) quanto por anônimos nas ruas. [...]

3 comentários, falta o seu:

David Wilson disse...

o blog que voce visitou era so para test - o meu blog real e http://davidleewilson.blogspot.com/

com idade pode chegar sabedoria, mas certo que chega coisas piores, aprendendo de rir pra nao chorar, e tambem que rir espanta males

esteja bem, gosto de seu blog, esteja bem.

Amadan disse...

Oie Mel
Passei para te deixar um beijo e desejar que fiques boínha rapidinho. Juro que não fui a passar-te o vírus, aliás, tal como eu disse, gripe é o único que o meu PC não pegou (talvez por estar tanto calor).
Blessed Be.

Cris disse...

Luinha...

faz tempo que não conversamos mas sempre penso em vc.
Fofa!!!!!!!!

beijocas!

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